
Entries from June 2008
Exponencial
June 24, 2008 · Leave a Comment
- do Lat. *exponentiale < exponente
- adj. 2 gén.,
- que tem expoente algébrico variável ou indeterminado e a potência da base constante…
- … como a saudade de ti.
Categories: heart and soul
Blog Action Day
June 16, 2008 · Leave a Comment
Encontrei por acaso, parece uma boa ideia, ocorre de novo em Agosto. Stay tunned and subscrive.
Categories: blogs
As Ondas
June 13, 2008 · Leave a Comment
Não sei como somos por inteiro, ainda, se de tão quebrados nunca tivemos conserto. Olho para ti, como tu olhas para mim, e vejo, como tu vês, a vida colada com fita-cola; os pedaços mal juntos, as dobras mal feitas, qualquer coisa de errado que não devia estar lá mas que já não se consegue arrancar. Tornou-se pele.
Às vezes só quero que volte a ser o verão da nossa infância e que, no rio, por não saber nadar, tu me deixes subir para as tuas costas e me leves para lá do ponto onde ainda tenho pé, dando-me a provar o sabor da aventura, oferecendo-me a certeza – que sempre tive – de que não me deixas cair.
E quero que nos deixemos ficar por lá, a secar ao sol, com a Doninha presa à sombra – preguiçosa e atenta – na tarde que não acaba porque tudo está, ainda, longe.
Categories: heart and soul
Cana rachada aka Brandi Carlile
June 12, 2008 · Leave a Comment
(Super Bock em versão Director’s Cut)
Aquele plano final faz-me lembrar das noites em Viseu quando, sentados nas escadas da Sé, falávamos – com divina propriedade – desse tudo e desse todo da vida. Estávamos longe de saber e, ao mesmo tempo, nunca soubemos tanto como então.
Ocorre-me pensar que quanto mais ingénua é a sabedoria, ou mais ingénuo o sábio, mais próximo está da verdade… ou, pelo menos, mais capaz de se deslumbrar com ela.
Seja como for, agora, perfeita perfeita era uma Carlsberg contigo.
Categories: artes
Heart control
June 11, 2008 · Leave a Comment
Vá, senta-te aqui comigo um pouco mais. Já não existe o tempo a definhar-nos por dentro, as horas não são mais do que a breve sugestão de uma brisa. Já não existe o depois. O antes e o agora fundem-se em mim, agregando tudo o que eu não entendo e, por vezes, não sou capaz de sentir.
Senta-te um pouco mais. É pedir muito? Terás a urgência do vento que corre por entre as fragas? É teu, da tua pele, esta fragrância de amendoeira? Às vezes não te alcanço e tu sabes. Torna-se-me difícil conceber que o que em ti era teu já não é. Que é outra coisa qualquer. Ou que pode ser. Que será… ou seria, antes mesmo de tu teres sido.
Já vês que me confundo e que te confundo. Que são intrincados e cegos os meus esquemas mentais e que o esforço que faço para não te pensar, para arregaçar o coração – ao exemplo de ti – e seguir em frente; grosso modo me aquieta no mesmo sítio. Onde fico. À espera. Nem sei bem do quê.
Categories: heart and soul
