Por isso desfolho as palavras e lanço as letras sobre o teu corpo; um alfabeto em desordem, sem pátria. São micro-narrativas do meu desejo, interjeições desconcertadas e desconcertantes da tua química em mim. Moldam-se ao teu suor, como tatuagens, dissolvendo na tua pele a tabela periódica do que sou.
2 responses so far ↓
trenguinha // July 10, 2008 at 3:14 pm |
: )
trenguinha // July 10, 2008 at 3:16 pm |
e ah, não precisas de alcançar nada, desde que eu te vá alcançando quando e como posso…bem sabes o qto me doem as cruzes…
e ah, pois ah, às vezes, são mais os textos que nos alcançam do que nós a eles…uma prova, o que acabaste de escrever neste post…