Entries from December 2008

Até amanhã!

December 30, 2008 · 1 Comment

Porque de amanhãs nos fazemos e porque outro sitio não existe onde eu mais queira estar. Lá. Contigo.

Categories: my one and only

Na terrinha

December 25, 2008 · Leave a Comment

Frio.

Categories: dos dias

Rei Baltasar

December 25, 2008 · Leave a Comment

“Melchior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era jovem, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltazar era mouro, de barba cerrada, com quarenta anos e partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”.

Quanto aos seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melchior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltazar traduz-se por “Deus manifesta o Rei”.

Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, assim como as três raças humanas existentes, em idades diferentes, Melchior entregou-Lhe ouro em reconhecimento da realeza; Gaspar, incenso em reconhecimento da divindade; e Baltazar, mirra em reconhecimento da humanidade.”

[da wikipedia manhosa]

Categories: bichos
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Escuta! Vai mais é ronronar, ó!

December 24, 2008 · 1 Comment

Categories: bichos
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Small and silent

December 23, 2008 · Leave a Comment

 

O que me apetece é sentar-me contigo no sofá, com os gatos entre nós e ver-te cabecear de sono enquanto na televisão, baixinho, passa o filme da tarde. Não acenderei a luz quando no mundo ela se extinguir. Não quero acordar-te desse sono leve mas repousante.

Quero embalar-te com o olhar. Ver-te. Decorar os contornos da fragilidade com que o corpo te veste a alma. Tornaste-te tão pequenina, sumida dentro de ti.

Tivessem as minhas mãos força suficiente. Fosse eu forte. Tomaria nelas o teu coração e ao ritmo do meu existirias para sempre. No sempre de um tempo que fosse suficiente, que nunca seria, mas certamente mais, muito mais, do que a tua ausência. Que é muita. Demasiado.

Categories: heart and soul

Out loud!

December 20, 2008 · 3 Comments

Tudo se encaixa enquanto o verbo “ser” se conjuga no presente, mas o imperativo da vida e dos mistérios do universo ou, pura e simplesmente, a fatalidade de todas as causas e efeitos revelam-se na sua sabedoria para nos reafirmar o quanto nada existe em tudo o que é nosso. Vivemos emprestados uns aos outros, existindo no conjunto desse “todo” demasiado curto da existência e, por sermos cegos e surdos aos ponteiros do relógio e à ironia do destino, tão poucas vezes nos deleitamos com a poesia do “aqui e agora”.

Categories: artes
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64 anos e um dia

December 16, 2008 · Leave a Comment

 

 

 

Fazes-me falta.

 

 

 

Categories: heart and soul

D’Avental: While you were not here

December 14, 2008 · 2 Comments

Bolo de Iogurte à lá Cordelaranja

Categories: d'avental
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Sob a influência da lua histérica

December 6, 2008 · 3 Comments

É isso que dizes… achamos sempre de “menos”, o nosso trabalho. E não pode ser. Não pode. É hora de remarmos contra a nossa própria maré.

Categories: artes
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D’Avental: Amor e coentros

December 4, 2008 · Leave a Comment

Sem receita. Bom para dias de intensa chuva e salutar preguiça. A servir em doses generosas.

Categories: d'avental
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Até já!

December 3, 2008 · Leave a Comment

Categories: my one and only
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Todos os dias na arte

December 3, 2008 · 1 Comment

Para o comum dos mortais, ter uma toalha de mesa com uma mancha de vinho ou um buraco resultante de uma queimadela de cigarro é sinónimo de que a mesma será remetida para a última gaveta do móvel de cozinha e só utilizada em família, longe do olhar critico das visitas. Contudo para Julie Krakowski, uma designer têxtil francesa, esses acidentes serviram de inspiração e de coisas tão normais e aborrecidas como as ditas manchas e queimadelas, ela fez arte; provando – como muitos outros – que esta não tem de ser de difícil entendimento ou estar demasiado sepultada na psique do artista. Pode ter a beleza do banal, ser óbvia, sem necessidade de explicações ou susceptível de longas e elaboradas teses intelectuais e depressivas. Pode ser simples, poeticamente simples, e provocar, ainda assim, por isso mesmo, uma imensa trama de emoções.

 

[Amor, deixas-me esburacar uma das nossas?]

 

Categories: artes
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Choque tecnológico

December 2, 2008 · 8 Comments

Ao desfolhar o novo livro da Anita reparei, para meu horror, que, a páginas tantas, lá pelo meio da história e da ilustração, aparece um computador portátil e que a moçoila, para além de ter tentado matar o irmão; manda emails. E como se não bastasse tal atentado às minhas memórias de infância – no meu tempo a Anita escrevia cartas! – é ainda provável que a cachopa tenha um blog, uma página no hi5, myspace e vídeos no youtube.

 

[Suspiro]

 

Quem mais virá, reciclado, para desmoronar os meus mitos de criança? Tu D’Artacão? Terás vendido tu o teu cavalo no ebay?  

Categories: dos dias
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Está a chover no meu email

December 1, 2008 · 6 Comments

… e no raio da minha cidade!

Categories: artes
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