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now that you’re back

October 29, 2009 · Leave a Comment



i can breath again

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October 18, 2009 · Leave a Comment

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October 16, 2009 · Leave a Comment

Mas o que interessa, meu amor, (e talvez o motivo para tanto rambling) é que daqui a poucas horas inicias a viagem de regresso e nunca, como neste momento, já tão perto de te ter aqui, o meu coração tanto se embrulhou. Para lá deixei-te ir sozinha mas para cá como queria tanto vir contigo.

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October 7, 2009 · 2 Comments

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Uma única vontade. Deitar-me e dormir um sono longo e profundo. Acordar somente quanto os teus olhos fossem a primeira coisa que visse e olhar-te. Não olhar de ti o que já não és nem oferecer-te o que já não sou. Olhar-te e sorrir no calor do teu beijo aquilo em que o caminho nos transformou. Amar-te, mulher, com a dor do que o tempo nos cravou. Percorrer com a ponta dos dedos as tatuagens esculpidas no que endureceu na tua pele e revelar-te as minhas cicatrizes. Não esconder de ti nem o medo nem a ternura. Não te ignorar nesse reverso do riso. Dar-te a mão, agarrar a tua, e descansar no teu peito. Segurar o teu corpo nos meus braços e sentir, por fim, que o tempo não é uma espiral que nos afunda mas apenas a grande viagem que podemos continuar a fazer juntas.

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o desejo em alta tensão

September 28, 2009 · 1 Comment

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September 19, 2009 · 1 Comment

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É a chuva que regressa, serena ainda, banhando os passeios, emudecendo a pele, convidando ao recolhimento. A vontade da praia do teu abraço insinua-se no ondular que o vento provoca na água que cai.

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Espero por ti

September 13, 2009 · Leave a Comment

Há dias em que a ausência do objecto do nosso afecto se nos cola mais do que o habitual, como se também nós nos tivéssemos ausentado da nossa pele e andássemos pelo mundo em carne viva, grotescamente indefesos, com pés sangrando na calçada da saudade e o olhar cego de não ter olhos onde se perder.
Descobriríamos o número de Deus se calculássemos a distância física com base numa operação que lhe soma as dores de crescimento? Não o estranharia. A risco de giz na lousa da alma desenho as paredes desta casa sem sítio onde tu e eu habitamos e onde o sossego se ergue e abre janelas sobre o fim do mundo onde às vezes me acho e onde só me encontro quando a tua mão toca o meu ombro.

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Num resisto…

September 11, 2009 · 2 Comments

Mas isto não prova que eu ando a seguir novelas… arê baba!

O pé abana e apetece-me puxar-te para uma dança descalça.

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Para sossegar

September 10, 2009 · 1 Comment

Enquanto não voltamos a passear junto às fadas do lusco-fusco.

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Empty buses soundtrack

September 5, 2009 · 1 Comment


Your hills and valleys
Are mapped by my intrepid fingers
And in a naked slumber
I dream all this again

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In the mood for love

September 4, 2009 · 1 Comment

É a luz que cai mais cedo. É o mundo que se deita no lusco fusco de uma saudade que não cessa e que me envolve como um abraço.

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September 3, 2009 · 1 Comment

Trago de ti a imensa saudade dos gestos, desse gosto que, já sabido de cor, anima a ponta dos dedos e se transforma em fogo que ilumina o escuro do olhar. Todas estas horas sem ti, todas, todos os segundos, todas as moléculas deste ar que não respiras, todos os sois e todas as luas por um beijo no canto do teu sorriso.

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August 15, 2009 · 1 Comment

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Danço contigo nas pedras da calçada

August 7, 2009 · 1 Comment

“(…)Se te apetece chorar, ri. Ri, não compulsivamente, mas sim com serenidade. Se te apetecer quedar-te estático a um canto sem forcas para reagir, levanta-te e prepara-te para reagires mesmo que não saibas como… Estático e que não! Os cemitérios é que estão povoados de estátuas. Não deixes que os outros sintam a extensão da tua pobreza… não lhes mostres a tua sede, nem a tua fome, nem o teu abandono. Tu na selva só tens que mostrar forca, não de armas mas sim a forca dos fortes, dignidade com brilho no olhar… Se te apetecer chorar, ri. Se e apetecer fugir, fica. Se te apetecer acabar, vive. Se te apetecer comer, espalha as últimas migalhas do teu pão pelos pássaros. Se os teus pés estiverem feridos pelas pedras do caminho, dança. Se estiveres desesperadamente só, olha ao teu redor e repara que há algo vivo à tua espera. Nunca espalhes o teu sangue, a tua dor, o teu suor, a tua vida… sem luta!”

Li isto quando tinha 17 anos. Não sei quem escreveu e já não me lembro como me veio parar às mãos. Mas fez sentido então como continua a fazer agora. Mais ainda, porque agora a luta tem um rosto e uma forma que me constrói e dá sentido. E vale a pena. Muito.

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Teu corpo, meu verso

July 23, 2009 · 1 Comment

 

Para ti nada menos do que o poema por inteiro. O poema revisto e aumentado, acrescentado em palavras e cores, mais próximo daquilo que me significas mas ainda aquém de descrever em absoluto o que és para mim.

Não importa o ar que, em vão, expirando frases feitas e conceitos sem lei, os outros desperdiçam. Deviam era aprender a respirar. A agradecer o ar que respiram. Importa este vermelho de alma que veste o meu coração e o som do teu ao ritmo de que bate o meu.

Importa o meu olhar que se abre às coisas que no mundo sempre lá estiveram e que agora, porque me acrescentas vida, volto a aprender a ver. Importam as minhas mãos segurando o teu rosto e o sorriso que me desenhas porque acredito em ti.

Importa a folha branca onde nos escrevemos num exercício de consolidação daquilo que somos. Importas tu. Importo eu. Importam os meus dedos que só entre os teus encontram casa. Importa a vida que nos queremos, os dias que nos damos, o divino que existe em cada beijo trocado, em cada palavra oferecida.

Para ti, nada menos do que o poema por inteiro. Tu és o poema. Não és a prosa imperfeita que julgam que és. Julgam. Mas não te alcançam. Não entendem a tua rima; és feita de vírgulas que não respeitam e que, por isso, lhes retiram o sentido ao texto.

Sorri. Não vale a pena. O que és e o que queres não pode ser travado. És o teu próprio deus, o teu próprio caminho. O meu mapa. O meu norte. O meu País.  

Tu és o poema. És o todo de um significado que só apreende quem te lê do princípio ao fim.

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Fazes-me falta

July 18, 2009 · 1 Comment

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Loving you tonight

July 2, 2009 · 3 Comments

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Save the last dance for me

June 8, 2009 · 1 Comment

Tenho muitas imagens felizes de nós. Momentos. Às vezes pequenos nadas. Silêncios de doce conforto. Risos de imensa alegria. Cumplicidades. Tenho saudades tuas. Apetecia-me dançar contigo outra vez, de pés descalços, na cozinha. O meu corpo em ritmo desajeitado nos teus braços e rodar à vontade da tua mão e no sorriso do teu olhar.

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Num instante

June 3, 2009 · 1 Comment

Hoje, ao atravessar a ponte, contigo no pensamento, no momento em que inspirando, mantendo-me viva, me reconheci mais forte por te amar.

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Your mouth touches mine

May 16, 2009 · 1 Comment

Um tom de dourado cai sobre os dias e eu fico sempre com a sensação de que te vou encontrar noutra divisão da casa. Assim, bem perto. Como estás, apesar de tudo. Junto à pele. Em cada partícula do ar que respiro. Nessa vontade constante, pungente, de te olhar.

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In your arms I feel sunshine

May 9, 2009 · 1 Comment

São infinitas e infinitamente simples as coisas de que gosto na minha vida contigo. Gosto, sobretudo, do conforto de não me achar sozinha e de, apesar dessa soma que nos acrescenta, haver ainda um espaço salutar para a nossa individualidade.
Fazes-me falta não só na rotina de a ti regressar e de por ti esperar no universo secreto da nossa casa. Fazes-me falta na troca e partilha das ideias do mundo, no relatar das coisas que observámos e interpretamos e na forma como o teu olhar sobre os mesmos assuntos me revela, tantas vezes, o reverso da medalha.
Fazes-me falta na repetição do beijo e do corpo cansado que, deitado à cama, encontra onde se aninhar.

Fazes-me falta.

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Breath In

April 28, 2009 · 2 Comments

Era bom, assim no quieto da tarde, antes de o frio descer sobre o mundo e a luz se extinguir na linha do horizonte, pausar contigo no instante de um sorriso e da relva olhar a copa das árvores e sentir que não é preciso mais mundo do que aquele que cabe na palma das nossas mãos e entre os nossos dedos entrelaçados.

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Amesterdão|Maia

April 9, 2009 · 1 Comment

Às sete da manhã – hora local – vejo o sol nascer em Amesterdão. Um pouco mais tarde, a 35000 metros de altura e a uma velocidade de 800 km por hora, bebo um café e espreito o tapete de densas nuvens que oculta o mundo em baixo. Às nove horas portuguesas aterro no Sá Carneiro, apanho o 604 para o centro da Maia, abro a porta de casa e dou-me conta de que regressou apenas o invólucro do corpo. A forma. O que por dentro existe ficou para trás. Não chegou a fazer check in.

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The Netherlands

April 4, 2009 · 2 Comments

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Ando pelas Holandas e pelas minhas contas já devo ter fotografado todas as bicicletas de Den Haag (Haia). Há muito ainda para ver, muito para descobrir, ainda mais para entender mas, à queima roupa, sim, é um País que se aprecia e com um estilo de vida bem à medida das minhas expectativas: calmo e cosmopolita.

De resto, de resto… há muito para contar nos posts do regresso. Há muita informação que precisa de ser, ainda, processada. Muita coisa para mais tarde recordar.

O melhor desta visita, contudo, é a viagem que o coração e o corpo fazem de regresso ao aconchego do amor. Tudo em mim e no mundo retomou o lugar devido na ordem do universo. Não me sinto mais em pedaços porque sou una contigo, porque me existes e ao teu lado sou.

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Todos os rios do mundo

March 25, 2009 · 1 Comment

E apenas um mar onde desaguo.

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Vamos ao cinema?

February 28, 2009 · 2 Comments

Falas em Turcas e burcas e olha…

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Under…saudades e Mar do Norte

February 14, 2009 · 2 Comments

Tenho inveja do Mar do Norte, que acolhe o teu olhar e saudades do teu aconchego. Mas estás em mim, como uma segunda pele, que me protege do que nos dias é feroz e me ultrapassa, quase atropelando.

 

Meu amor, meu amor. É breve. Não tarda. O meu olhar em seguro abandono na maré do teu corpo. 

 

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